
Hoje de manhã recebi um e-mail do Celso, o revisor da agência, filosofando um pouco sobre o assunto.
Pedi a permissão dele para usar o seu texto como inspiração para este post (valeu Celsão!):
Finalmente aumentou o número de pessoas que estão abandonando o estilo largadão no sofá, de quem fica zapeando no controle remoto sem muita chance de encontrar algo que interesse.
O povo prefere agora sentar na frente do computador para fazer as coisas acontecerem. A partir do primeiro clique se abre um número infinito de possibilidades: ler, escrever, pesquisar, ouvir, assistir, palpitar, criticar, reclamar, comprar, vender, espiar, criar, influir, colaborar, pedir, doar, namorar...
Enquanto isso, as TVs estão fazendo o que para reter telespectadores? Aliás, a própria palavra carrega o peso do “espectador”, o que espera . Mas esse "novo" povo – e digo novo povo porque não dá pra dizer nova geração; basta visitar algumas lan houses pra ver a diversidade de faixas etárias que a frequentam – não quer mais ser “espectador”.
Esse povo é ou quer ser fazedor, pois já dizia o poeta “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer...”.

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