Poliana é um clássico infanto-juvenil, de 1913. O livro conta a história de uma menina de mesmo nome com um otimismo que chega a ser irritante. Aos 11 anos, Poliana é uma menina capaz de ficar feliz até nos piores momentos.
Na psicologia existe um estudo que analisa o Princípio Poliana e indica que no inconsciente nossa mente tende a ser otimista enquanto no consciente tende a ser negativista.
Eu gostaria muito de ser Poliana. Mas acho que uso demasiadamente meu consciente.
É inspirador quando alguém consegue ver o lado bom de situações ruins, mas eu, pessoalmente, estou mais para José Saramago do que Poliana: "Não sou pessimista, o mundo é que é péssimo".
Nesses momentos eu fico de mau humor, reclamo de tudo com todo mundo, e não consigo entender porque aquilo está acontecendo, aproveito cada gota da minha raiva e desilusão com o mundo .
Quem sabe um dia eu consigo usar mais meu inconsciente: there is always hope.
(tá vendo... já comecei a praticar o jeito Poliana de ser).
ADEUS BLOGGER
Há 16 anos

Eu não sou pessimista, eu sou realista. Qdo tá uma merda tá uma merda, qdo tá bom, tá bom... Acho que esse lance de Poliana é a coisa mais cretina do universo que provavelmente só funcionava em 1913 mesmo qdo mulher apanhava e achava que era disciplina e não violência.
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